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sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Nós temos o costume de pensar que o valor e a capacidade de uma pessoa é equivalente ao julgamento de valor de valia de uma pessoa. Mas toda a autoestima que é resultado dessa identificação é como um castelo de areia que pode se destruir a qualquer momento com a chegada de um onda ou um vento mais forte. Caso sua próxima ação é julgada como equivocada, estúpida ou incompetente, a pessoa pode chegar a se considerar “pouco digna”.
Se conseguirmos uma aceitação incondicional do Self fundamental, o valor de uma pessoa é indiscutível.  O indivíduo e seus padrões de comportamento aprendidos e praticados ou crenças não são a mesma coisa. Toda e qualquer pessoa é falível e propensa a cometer “erros”, pois é a única maneira de aprender com a experiência.
Quem de nós já não se sentiu vulnerável, inseguro e “obrigado” a responder às expectativas de alguém, de alguma situação ou estereotipo? Quem de nós já não sentiu a necessidade de ser aprovado, necessidade de fazer parte, necessidade de ser aceito e com isso passa a assumir uma postura, um pensamento, uma forma de ser “adequada” aos valores de outros?
A auto aceitação incondicional é uma forma mais realista e consciente de respeito a nós mesmos, enquanto que a autoestima está mais baseada na aprovação dos “outros”. Considerar a essência de uma pessoa como “inaceitável” é insistir que esse alguém deve ou deveria ser diferente da forma que realmente é e isso é essencialmente irracional.
Veja a seguir algumas crenças que são colocadas em nós desde pequenos e que acreditamos com verdades absolutas. Essas crenças e outras mais nos limitam e colaboram para o nosso mal estar, doenças e neuroses.
- É vital que a pessoa seja amada e aprovada por todos que a conhecem. Essa é uma meta inalcançável e quando a pessoa se esforça para isso, é mais insegura e infeliz. Melhor é não se sacrificar nos próprios interesses e desejos com a intenção de ser admirado, mas sim esforçar-se para expressá-los com criatividade e espontaneidade.


- A pessoa deve ser perfeitamente competente, adequada e com conquistas que valham a pena. Outra meta inalcançável que conduz a pessoa a esforçar-se compulsivamente por resultados porque mantem o medo do fracasso que a paralisa na tentativa de qualquer coisa nova.  Melhor se esforçar para sentir-se plenamente vivo, fazer bem as coisas para o seu próprio bem estar em lugar de fazer melhor que os outros, desfrutar das atividades em lugar de ficar focado nos resultados e manter-se atento em aprender em lugar de buscar a perfeição.


- As pessoas que fazem mal, devem ser más.  Os atos “maus” são resultado de ignorância ou desequilíbrio emocional e todos os seres humanos somos falíveis e cometemos “erros”. Culpar e castigar não faz com que a pessoa seja menos ignorante, esteja mais bem informada ou tenha um comportamento menos neurótico. Melhor aceitar nossos “erros” e tentar entender o que causou esse comportamento; não deixar que isso se converta em uma catástrofe. Entendido e aceito o ocorrido, buscar a forma de fazer melhor da próxima vez. Quem de nós nunca cometeu um “erro” e depois fez melhor? Isso significa que somos maus?


- Não posso aceitar que as coisas não sejam da forma como eu quero que sejam. Essa é a síndrome da criança mimada. Se o pneu do carro fura, já começa o drama. O resultado disso é uma intensa irritação e estresse. Porque não evitar o exagero das situações desagradáveis e trabalharmos para melhorá-las ou aceita-las caso não possamos melhorá-las?


- A infelicidade é causada por circunstâncias externas. É comum enxergarmos    que alguém pouco amável, alguém que nos rejeita ou nos incomoda seja a causa da nossa infelicidade. Atribuir nossa infelicidade aos acontecimentos é uma forma de evitar a realidade. Na prática, a infelicidade se produz pela forma como interpretamos os acontecimentos. Você tem um controle muito limitado sobre os outros, mas é capaz de um controle enorme sobre suas avaliações emocionais. Muita gente acredita que não tem esse controle e que estão indefesos, mas na verdade, nós podemos controlar a forma como interpretamos e respondemos emocionalmente a cada acontecimento de nossa vida.


- Tudo o que é desconhecido ou incerto, é motivo de preocupação. O medo e a ansiedade nos mostram incerteza e acabamos imaginando um cenário de catástrofe e nos dificulta ver soluções ou caminhos sem que o fato nos pareça uma ameaça. Preste atenção a tudo de desconhecido ou incerto que vc já viveu até hoje. Se olharmos para o desconhecido e lhe damos a oportunidade de se mostrar, pode chegar a ser algo muito interessante e inclusive muito bom. Com relação à incerteza, você sabe o que vai acontecer dentro de 5 minutos? Como os próximos 5 minutos é incerto, vc vai deixar de viver por isso? A própria vida é incerta... nunca sabemos nada... permita-se viver simplesmente... sem medo.


- É mais fácil evitar as dificuldade da vida do que enfrenta-las. Evitar, esconder, adiar, são muito mais difíceis do que simplesmente enfrentar e resolver. Além disso, também nos conduz à falta de confiança em nós mesmos e o gasto de energia para evitar é muito maior do que para resolver. As dificuldades aparecem para ajudar-nos a sermos melhores, a crescermos, amadurecermos, entender melhor as coisas, ampliar nossa percepção dos fatos da vida. Enfrentar, é colocar-se frente à aquilo que incomoda... olhar de frente e aprender, perceber, decidir. Isso nos dá poder interior e confiança em nossos talentos.


- Necessito alguém mais forte que eu para confiar. A dependência gera perda de individualidade e de nossa livre expressão. Essa atitude conduz à insegurança, pois vc ficará à mercê dos valores, crenças e caprichos do outro. Você não precisa se negar a pedir ajuda e aceita-la quando isso se faz necessário, mas pode lutar por sua independência e assumir a responsabilidade por suas escolhas, reconhecendo os riscos. Você é forte o suficiente para você mesmo e até para ajudar a outras pessoas. Confie!


Em regra geral, nós não paramos para nos observar, não reconhecemos nosso verdadeiro sentir na vida cotidiana.

Passe um tempinho com você mesmo... se olhando e se vendo... se permitindo...
Estou preparando uma meditação guiada para você... em uma próxima postagem eu colocarei o áudio da meditação para você aqui em uma nova postagem falando um pouquinho mais sobre a auto consciência. 
Gratidão pela companhia!

Um grande beijo de muita luz no seu coração!

Auto consciência

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014


Ontem nós fizemos o segundo Chá Comigo do ano de 2014 e foi muito interessante. Conversamos sobre muitas coisas e entre elas o que ou quem nos faz sofrer e nos impede ser felizes. 
Baseada no que conversamos ontem, decidi colocar aqui no meu blog esse texto que me pareceu que tem tudo a ver com o assunto do Chá.

Este é um ensaio de Viktor Frankl. Neurologista, psiquiatra, sobrevivente do holocausto e fundador da disciplina que hoje é conhecida como Logoterapia (a "Logoterapia concentra-se no sentido da existência humana, bem como na busca da pessoa por este sentido").

Não é Você, sou Eu...
Quem te faz sofrer? Que te espedaça o coração? Quem te machuca? Quem te rouba a felicidade ou te tira a tranquilidade? Quem controla a sua vida?
Seus pais?  Seu namorado ou namorada? Seu marido ou sua esposa? Um antigo amor? Sua sogra? Seu chefe?

Você poderia armar uma lista enorme de suspeitos ou culpados. Provavelmente seja o mais fácil. De fato é só questão de pensar um pouco e ir nomeando a todas aquelas pessoas qeu nã ote deram o que você merece, te trataram mal ou simplesmente se foram da sua vida, te deixando uma profunda dor qeu até hoje você não entende.
Mas quer saber? Você não precisa procurar nomes. A resposta é mais simples do que parece: ninguém te fez sofrer, ninguém te espedaça o coração, ninguém te faz mal ou te tira a paz. Ninguém tem essa capacidade a menos que você permita isso, que você lhe abra a porta e lhe entregue o controle de sua vida.

Chegar a pensar com esse nível de consciência pode ser uma grande meta, mas não é tão complicado como parece. Fica muito mais simples quando compreendemos que o que está em jogo é a nossa própria felicidade. E definitivamente o pior lugar para colocá-la é na mente do outro, nos pensamentos do outro, comentários e decisões do outro.
A cada dia eu estou mais convencido de que o homem sofre não pelo que lhe acontece, mas sim pelo que ele interpreta do que lhe acontece. Muitas vezes sofremos por tentar dar respostas a perguntas qeu ficam martelando a nossa cabeça como: por que não me chamou? por que não me disse o que eu queria escutar? por que fez o que mais me incomoda? por que ficou me olhando feio? e muitas outras qeu por razões de espaço não vou comentar.
Não se sofre pela ação da outra pessoa, mas sim pelo que sentimos, pensamos e interpretamos do que fez, por consequência direta de termos dado o controle a alguém alheio a nós.

Se você quiser ver de uma forma mais gráfica, é como se estivéssemos fazendo vudu a nós mesmo voluntariamente, fincando as agulhas em nós mesmos cada vez que um terceiro faz ou deixa de fazer algo que nos incomoda. O mais curioso e injusto do assunto é que a grande maioria das pessoas qeu nos "machucam" continuam suas vidas como se nada tivesse acontecido; algumas inclusive chegam a ficar sabendo de todo o teatro que você está vivendo na sua mente.
Um claro exemplo da enorme dependência que podemos chegar a ter com outra pessoa é quando há alguns anos alguém me disse:
-"Preciso que Enrique me diga que me ama mesmo que eu saiba que é mentira. Só quero escutar de sua boca e que me visite de vez em quando, mesmo eu sabendo que ele tem outra família; eu te prometo que, com isso, eu posso ser feliz e me conformo, mas se ele não o faz... sinto que eu morro".

Woww! Eu fiquei de boca aberta. Essa será realmente a autêntica felicidade? Não será um martírio constante que alguém passe o tempo todo dizendo nosso estado de ânimo e bem estar? Querer obrigar a outra pessoa a sentir o que ela não sente... não será um calvário voluntário para nós mesmos?
Não podemos passar a nossa vida cedendo o poder a alguém mias, porque terminamos dependendo das escolhas dos outros, convertidos em marionetes de seus pensamentos e ações.
As frases que normalmente se dizem os apaixonados como: "meu amor, você me faz feliz". "Sem você eu morro". "Não posso passar a vida sem você", são completamente irreais e falsas. Não porque esteja contra o amor, ao contrário. Me considero uma pessoa bastante apaixonada e romântica, mas realmente nenhuma outra pessoa (até onde eu tenho entendido) tem a capacidade de entrar em minha mente, modificar meus processos bioquímicos e me fazer feliz ou fazer que meu coração deixe de bater.

Definitivamente ninguém pode decidir por nós. Ninguém pode obrigar-nos a sentir ou a fazer algo que não queremos. Temos que viver em liberdade. Não podemos estar onde não precisem de nós ou onde não querem nossa companhia. Não podemos entregar o controle de nossa existência apra que outros escrevam a nossa história. Tal vez tampouco possamos controlar o que acontece, mas sim decidir como reagir e interpretar aquilo que nos acontece.
A próxima vez que você pensar que alguém te machuca, te faz sofrer ou controla a sua vida, lembre-se: Não é ele, não é ela... É VOCÊ quem está permitindo e está em suas mãos voltar a recuperar o controle.

"Pode-se tirar tudo do homem, menos uma coisa: a última das liberdades humanas. A escolha da atitude pessoal que deve adotar diante do destino, para decidir seu próprio caminho".

Venha participar do nosso Chá Comigo!!!
Um beijo de luz no seu coração!




















O que te impede ser feliz? O que ou quem te faz sofrer?

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014


Ontem nós tive-mos o primeiro Chá Comigo do ano de 2014 e o assunto foi sobre os bons e os maus hábitos e como eles afetam a nos-sa vida.  
Por isso eu quero compartilhar com você alguns pen-samentos que me ocorreram. 

O que são os hábitos? 
Um hábito é um ato repetitivo e que acontece de forma automática sem que a gente tenha que pensar ou decidir para que ele aconteça. Nossos hábitos são o produto do que a gente tem visto, escutado e vivido de forma cotidiana na nossa vida, desde que nascemos. Por isso muitos dos nossos hábitos nem sequer são percebidos. Um hábito tem a particularidade de não necessitar muito raciocínio, são aprendidos e os fazemos de forma natural. Nós temos diferentes hábitos: físicos, afetivos, morais, sociais e intelectuais. Por tanto eles afetam todas as áreas da nossa vida e passam a ser parte do nosso comportamento e inclusive  das nossas decisões. Os hábitos fazem a nossa vida mais fácil. 


O problema é quando esses hábitos, tão automáticos, não só não ajudam nem fazem a nossa vida mais fácil, mas também fazem dano, nos prejudicam, nos fazem sofrer. Para mudar hábitos, é preciso ter verdadeira vontade de mudar, consciência, disciplina, perseverança, mas acima de tudo... decisão. Não dá para negar que nós, seres humanos somos seres de costumes, de hábitos, mas também é verdade que se, decidimos, queremos de verdade, podemos ser seres que mudam, que melhoram. Os maus hábitos são como uma força invisível que nos impulsiona a comer a unha até a gente se machucar, a comer guloseimas sem parar, a gritar com as pessoas, a fumar, a beber mais do que devemos, etc. Estes maus hábitos ocupam boa parte de nossa vida fazendo a gente perder energia e gerando consequências indesejáveis como a baixa autoestima e autoconfiança, o medo às mudanças, medo ao imprevisível, o desgaste das relações pessoais, bloqueio do desenvolvimento profissional, aumento das preocupações, remorsos, complexos e problemas de saúde. 


A nossa preguiça mental nos leva a dizer “eu sou assim”, “cada um é como Deus fez”, “mudar hábitos é muito difícil”. Mas nós não somos produtos acabados. Enquanto estivermos vivos, estamos aprendendo e crescendo. Por tanto é nossa responsabilidade fazer algo por nós mesmos, por amor a nós mesmos. 
Temos que ter consciência do mau hábito para substituí-lo. Temos que lembrar que esses maus hábitos são parte de nós, nos acompanham há muito tempo... muitos deles nos acompanham desde pequenos e modificá-los não vai ser uma tarefa que será cumprida do dia para a noite. É necessário esforço e dedicação. 
Esses maus hábitos vem das nossas crenças, da nossa forma de ver a vida, de como fomos ensinados a vê-la, vem do meio onde vivemos, vem da televisão, dos amigos, da família... Muitas das coisas que fazemos hoje são coisas que nos acostumamos a ver as pessoas fazendo desde que nascemos... não questionamos se aquilo é bom ou ruim, se é bom para nós ou não.. simplesmente aceitamos como verdades e nem percebemos. É completamente automático. Quer ver um exemplo bem banal, bobo até de como nos deixamos levar pelo que acontece no nosso dia a dia e não percebemos? 


Quem de vcs já não se olhou em uma foto antiga e se acha ridículo com aquelas rou-pas, com aquele corte de cabelo, etc? A gente nem percebe que está avaliando aquela imagem com base no que é bonito hoje. É muito interessante como a gente se deixa levar como cordeirinhos pelo que se repete no nosso ambiente e não percebemos que, muitas vezes, aquilo não serve para nós, não é do nosso gosto ou não pensamos realmente daquela forma... nós simplesmente aceitamos aquilo como verdade e saímos por aí dizendo que somos aquilo, que pensamos aquilo. Mas a partir do momento que vc começa a se autoconhecer, a se auto descobrir, vc também percebe que a responsabilidade de trocar os hábitos ruins por hábitos bons é totalmente sua. Como vc já me conhece e sabe que eu acredito fielmente no poder dos nossos pensamentos, acho que só os nossos pensamentos são capazes de nos oferecer uma mudança de hábitos efetiva e consciente. Eu escolho os hábitos positivos que quero ter.  


Se eu penso normalmente “não sei se posso”; mesmo sem perceber, na hora de agir eu, com certeza, vou agir de forma insegura e meu desempenho será pobre. Se eu digo que tenho dificuldade em matemática, por exemplo, minhas atitudes serão sempre de bloquear o raciocínio para os cálculos e se eu começo um curso onde tenho que usar matemática, seguramente eu vou me sentir desmotivado para o curso ou já entrarei predisposto a não aprender. 
O problema é que a nossa conduta vem comprovar o nosso pensamento e não percebemos que estamos agindo mal, de maneira pouco útil com nós mesmos. É o nosso inconsciente incompetente. 


Mas com o autoconhecimento, vc começa a perceber coisas que antes não percebia, começa a notar em vc atitudes e pensamentos que antes eram naturais e automáticos. Mesmo agindo de forma ainda limitada, já começa a perceber pensamentos que provocam a sua forma de agir. Se vc me matricula em um curso onde tem que usar matemática, já percebe que seus pensamentos estão te sabotando te levando a agir desta maneira. Aqui vc começa a se mover em um outro nível... o nível do consciente incompetente. 
Se vc continua no seu processo de autoconhecimento, vc começa a colocar a sua atenção em agir da forma correta com vc mesmo e vai entrar no nível consciente competente. 


Para alcançar esse nível é necessário que vc defina qual é o pensamento útil que vc pode usar para substituir o pensamento limitante. Uma vez definido esse pensamento, vc tem que se manter muito atento, muito consciente para evitar e cancelar o pensamento limitante no momento que ele aparece e substitui-lo pelo pensamento útil que vc definiu. A repetição do pensamento conscientemente escolhido, do pensamento útil, tem um papel fundamental no processo de mudança porque é com essa repetição que conseguimos um condicionamento da nossa mente. É através da repetição que vc consegue instalar um novo hábito que se transforma em algo automático. 
Para aprender a dirigir, nós temos que repetir muitas vezes a mesma sequencia de movimentos, para aprender a dançar é a mesma coisa, no colégio, quando estudamos, temos que fazem muitos exercícios para aprender de verdade a matéria, um idioma só se aprende repetindo muitas vezes as mesmas palavras ou estruturas gramaticais. Com os nossos pensamentos acontece exatamente igual. É realmente fácil. Vc simplesmente tem que repetir uma ação, atitude ou pensamento todos os dias, por pelo menos 21 dias. 
Pesquisas demonstraram que uma ação que é repetida por no mínimo 21 dias, tem grande possibilidade de se converter em um hábito permanente. Os hábitos positivos tem efeitos positivos e nós podemos colher resultados positivos sempre que mantivermos esse hábito. Conhecimento tem poder e o conhecimento colocado em ação na forma de hábito positivo tem um poder enorme. 
Nossa vida pode mudar de forma automática, permanente e rápida. A mudança que vc está procurando na sua vida está nas suas mãos... ou melhor... no seu pensamento. 
Todo o tempo estamos adquirindo hábitos, positivos ou negativos, só que não estamos conscientes disso. Para conseguir a mudança que queremos nas nossas vidas é necessário que a gente seja consciente do grande poder que tem os hábitos e de como eles afetam a nossa vida, que a gente tenha consciência dos hábitos que temos, dos que queremos mudar e dos que queremos adquirir; dos benefícios e prejuízos que estamos recebendo. 


Os hábitos positivos nos ajudam a ter uma atitude mental mais positiva, teremos mais controle das nossas emoções, nossa autoestima estará mais alta, seremos mais otimista e confiaremos mais na vida, alcançaremos nossas metas com mais facilidade, estaremos mais orientados na direção do sucesso, eliminaremos os pensamentos negativos e estaremos muito mais felizes com a gente mesmo e com os outros. 
Hábitos simples que podemos adquirir, caso a gente já não os tenha. Um deles é sorrir sempre... eu já me levanto sorrindo, adoro sorrir. Podemos ser pontuais... isso evita que a gente se estresse, fique nervoso, receba comentários desagradáveis e desnecessários, nos mantém mais calmos. Outro hábito pode ser ler... seja livro comum ou pela internet, lendo a gente toma um tempo para nós mesmos, viajamos com a nossa imaginação, aprendemos coisas novas, conhecemos outras formas de pensar, outras formas de viver, outras formas de ser... outro hábito é ser mais amáveis... com isso conquistamos a confiança de outras pessoas, mantemos boas relações, desarmamos aqueles que querem nos ofender, nos mantemos em paz com a gente mesmo porque sabemos que estamos fazendo algo bacana com a gente mesmo e com os demais... e um hábito que eu aprendi a ter e que estou adorando é agradecer... agradecer é a coisa mais deliciosa que há... a gente percebe o quanto nós temos, o quanto nós somos, o quanto somos felizes e amados, deixamos de focar nos problemas, nas coisas feias, pois para agradecer vc tem que olhar o bom que está à sua volta e quando vc aprende a fazer isso, vc percebe que durante muito tempo vc deixou de ver tudo o que a vida nos dá sem cobrar nada em troca. E para dar um exemplo do quanto é bom agradecer, eu vou contar uma história de alguém que não percebia isso. 
Um homem ia cometer suicídio e um mestre estava sentado à beira do rio onde ele ia se jogar.

O mestre disse: ‘Espere um pouco! Espere! Você vai cometer suicídio?’
O homem disse, ‘Quem é você para me impedir?’
O mestre lhe disse, ‘Eu não estou impedindo você. Na verdade, eu gostaria de vê-lo cometendo suicídio, mas antes de fazê-lo, se você puder doar os seus dois olhos, porque o rei deste país ficou cego e os médicos disseram que se alguém puder doar-lhe os olhos, eles poderão ser transplantados e o rei poderá enxergar novamente. Mas tem que ser olhos de uma pessoa viva, não de um morto. E o que você quiser como recompensa, como prêmio, é só dizer e será seu. Assim, antes de suicidar, por que não fazer um pequeno negócio?’
O homem disse, ‘Quanto ele pagará?’ 
Ele já havia esquecido o suicídio. As pessoas estão sempre pensando em negócios.
O mestre disse, ‘O quanto você pedir, é só dizer.’
Ele disse, ‘Eu sou um pobre homem, não posso pedir muito. Dê-me uma sugestão. Eu vou cometer suicídio.’
Então o mestre disse, ‘Pense alto. Que tal, vinte mil rúpias?’
O homem disse, ‘Vinte mil rúpias? Meu Deus, eu nunca pensei que poderia ter vinte mil rúpias.’
Mas o mestre disse, ‘Você ainda pode pensar. Eu posso até mesmo dizer ao rei que você precisa de vinte milhões. Tudo depende de você, pois o rei quer os olhos e paga qualquer preço.’
O homem disse, ‘Vinte milhões? Mas então, por que eu deveria cometer suicídio?’
O mestre disse, ‘Isso é com você. Mas, viver uma vida sem os olhos, mesmo tendo vinte milhões de rúpias, não será muito agradável.’
Já estavam a caminho do palácio, quando o homem começou a dizer ao mestre, ‘Eu estou pensando outra coisa.’
Ele disse, ‘Que outra coisa? Você já subiu o seu preço de novo?’
Ele respondeu, ‘O preço não é a questão. Eu estou pensando: só por dois olhos, vinte milhões? E quanto às duas orelhas, o nariz, os dentes, todo o meu corpo? Qual o preço de todo o meu corpo?’
O mestre disse, ‘Você pode calcular, pois se são vinte milhões por apenas dois olhos...’
O homem disse, ‘Eu não vou vender. Eu vou para a minha casa.’ O mestre disse, ‘E quanto ao suicídio?’
Ele disse, ‘Eu pensava que você era um homem religioso. Você é um assassino! Você quer que eu cometa suicídio? Agora que pela primeira vez eu pude reconhecer o que a existência me deu, e eu não tive que pagar nem um tostão. Estes dois olhos que têm visto todo tipo de beleza, estas duas orelhas que têm ouvido todo tipo de música, esta vida que tem experienciado tanta coisa... E eu nada paguei por isto, nem mesmo disse muito obrigado. E o suicídio nada mais é que a última reclamação, a mais feia reclamação contra a existência: ela me deu tanto e eu estou destruindo tudo. Ao invés de estar agradecido, eu estou traindo. Não, eu não posso cometer suicídio e não posso vender os meus olhos, eles não têm preço. Você pode dizer isso ao rei. Nem mesmo por todo o seu reino eu não posso doar os meus olhos, mesmo sendo eu um mendigo.’
Você já percebeu o quanto a existência tem dado a você?
Não, você tem isso como certo, como se você tivesse feito por merecer, como se tivesse sido uma conquista sua.
Você não fez por merecer. Não foi algo que você conquistou. É um presente, é uma bênção, é simplesmente um ato de amor da existência ter-lhe dado tanto. E ela está pronta para lhe dar muito mais. Você é que não está pronto para receber.

Se você gostou, compartilhe e deixe o seu comentário. Eu vou adorar!!!! E agradecer muito pelo seu carinho!

Um grande beijo de muita luz no seu coração!


Como os seus hábitos influenciam a sua vida?

sábado, 1 de fevereiro de 2014


Você é alérgico? 
Conhece alguém que é? 
Você conhece o significado metafísico nas alergias?

A alergia é uma hipersensibilidade a determinadas substâncias estranhas ao organismo. Quando nosso corpo é sensível a esses fatores alérgicos, ele acaba desencadeando uma resposta imunológica com reações exageradas  no organismo.
Existem as alergias respiratórias e as de pele. As inflamações alérgicas das vias respiratórias  são os sintomas da asma ( ou bronquite alérgica) e da rinite alérgica. As manifestações alérgicas da pele são caracterizadas por lesões e coceiras intensas.

Dentro da metafísica, a alergia consiste em uma estado de alerto e exagerada prontidão frente a determinadas situações existenciais. Aparentemente os alérgicos são ousados e dispostos ao confronto, é muito difícil que se reprimam ou se escondam, mostram-se ansiosas, nervosas e irritadas diante das adversidades. Mas toda essa agitação interior e os comportamentos que não medem muito as consequências, são apenas a forma inconsciente que encontraram de não mostrar sua insegurança e medo.






As pessoas adultas que apresentam sintomas alérgicos se sentem vulneráveis aos "fracassos" e não conhecem seus recursos internos para enfrentarem os obstáculos. A falta de habilidade para lidar com alguns acontecimentos, ativa esses mecanismos psicoemocionais, provocando as posturas que se alternam entre exagerada defesa e exagerado ataque. Existem momentos que se mostram arredias e em outros bastante agressiva\s. Essas condições internas são responsáveis pelas reações de hipersensibilidade do corpo aos fatores alérgicos.


As alergias nas crianças tem semelhanças nas condições internas mas com algumas peculiaridades. Elas ainda não contam com recursos internos pra lidarem com situações novas e inesperadas, falta curiosidade e ousadia que são próprias das crianças. Ao invés de se comportarem como toda criança, curiosas e com abertura e vontade de aprender, elas se mostram arredias e intolerantes.
Somos nós, os adultos, pais e cuidadores, que devemos transmitir segurança e apoio a elas, devemos estimulá-las a se sentirem em condições de serem bem sucedidas naquilo que vão enfrentar, seja na escola ou dentro da própria família, devemos inspirar confiança e calma para que elas possam lidar com os obstáculos e devemos ajudá-las a descobrir maneiras de quebrar as "couraças emocionais", que provocam essa aparente frieza ou irritabilidade.
De acordo com as áreas do corpo afetadas pela alergia e também dependendo dos fatores alérgicos, existem interpretações metafísicas específicas. 


Principais fatores alérgicos que afetam as vias respiratórias e seus significados:



Existe uma grande preocupação com o contato com pessoas com alergias de pele e isso dificulta estabelecer relações interpessoais. Essas pessoas são mais arredias ou irritadas tanto com aquelem com quem ela convive como com os estranhos. Mas ao mesmo tempo que elas se isolam e se irritam, ficam muito tristes pelo distanciamento afetivo. O sintoma da coceira significa insatisfação; de certa forma o prazer que a aproximação afetiva proporcionaria é saciado pelo ato de coçar.
Principais fatores alérgicos que afetam a pele e significados metafísicos:



Quer uma dica de Cromoterapia para as alergias respiratórias e da pele?
Aplique a cor azul sobre a região afetada e a visualização dessa cor para suavizar fortes emoções e amenizar a irritabilidade.
Fonte: Valcapelli

Atendimento Presencial e online: falecomcristal@gmail.com

Beijos de luz no coração!

Visão metafísica sobre as alergias

domingo, 22 de setembro de 2013



Hoje foi um dia muito especial para mim. 
Eu queria muito reunir pessoas para conversarmos sobre autoconhecimento e espiritualidade e não sabia muito bem como fazer isso. Então tive a idéia de fazer um grupo de estudos onde conversaríamos de maneira informal sobre assuntos de interesse para o nosso crescimento.
Postei no face o meu convite para um Chá Comigo. E hoje foi o dia desse lindo evento!
Levantei de manhã e corri para preparar tudo e poder receber com carinho as pessoas que viriam no meu espaço pela primeira vez. 
Assim começamos as atividades do espaço no quesito cursos, palestras e afins... E eu posso dizer que inaugurei o espaço com chave de ouro.


As pessoas que estavam presentes estavam bem focadas no seu auto desenvolvimento e o papo foi muito gostoso.
Começamos com uma vivência para demonstrar que estamos todos conectados uns aos outros mesmo sem perceber. Logo, fizemos uma atividade para que os participantes percebessem o quanto é difícil falar positivamente de si mesmos e foi muito legal, pois acabamos desviando o tema central que era autoestima. Todos percebemos que é muito mais fácil falar dos defeitos, tanto de nós mesmos como dos outros. E mais fácil ainda é mostrar o quanto os outros estão agindo mal e o quanto nós queremos controlar o agir e pensar do outro de acordo com as nossas crenças e visões do mundo. 


Pouco a pouco cada um foi se abrindo um pouco mais e contando um pouquinho de sua vida, de seus medos, de suas crenças... No final fizemos um exercício para aprender a olhar o outro com olhos de amor, com os olhos do coração e encontrar, em quem ainda não conhecíamos, algo de bom, algo de positivo, algo elogiável para lhe dizer.
No final, fizemos uma meditação para ter a oportunidade de abraçar a nossa criança interior que está tão esquecida e machucada... foi emocionante. Houve quem chorou de emoção por abraçar, quem sabe pela primeira vez, a sua criança interior.
Tomamos o nosso chá e todos provaram o Chai (chá indiano) que eu aprendi a fazer com o meu querido mestre Leandro Heck Gemeo. E parece que foi um sucesso... todo mundo adorou e querem a receita!!!!
Também tivemos bolo e bolachinhas com paté e água aromatizada.


Entre todos combinamos que faremos os nossos encontros a cada quinze dias para tomar Chai e discutir temas de interesse para o crescimento e desenvolvimento pessoal onde cada um colaborará voluntariamente com a quantia que puder e que achar que vale pela tarde que passaremos juntos.
Acho que o Chá Comigo está se tornando uma espécie de terapia em grupo para encontrarmos pessoas que tem os mesmos objetivos e buscam um caminho semelhante.


Amanhã eu vou postar um áudio sobre autoestima de presente para vc!!! Aguardem!!!

Estou muito feliz e agradeço a cada um dos participantes e à Fonte Criadora do Universo por mais essa benção na minha vida.



Gratidão e muito amor !!!!
Beijos de luz no coração de cada um!


Grupo de Estudos Chá Comigo